quarta-feira, 6 de julho de 2011

SAUDE - AUTOESTIMA

Baixa autoestima e falta de amor próprio provocam ansiedade

Insegurança e pensamentos negativos também podem agravar o problema

Por Minha Vida

http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/12939-Baixa-autoestima-e-falta-de-amor-proprio-provocam-ansiedade.htm

A ansiedade é um mal que acompanha gerações há anos. A sensação de desconforto não chega a ser classificada como uma doença, mas sim como um sintoma preocupante que pode culminar em uma série de inconvenientes relacionados à saude e à vida pessoal. O mal estar é provacado, basicamente, pela insegurança em relação a situações que só vão acontecer no futuro. "Pessoas ansiosas vivem em alerta e sofrem por algo que pode ou não acontecer", define o psicólogo Thiago Sampaio.

Intimamente ligada ao medo - e confundida com ele -, a ansiedade é acionada pelo corpo, especificamente por uma área do cérebro que percebe algum tipo de ameaça ou perigo e, a partir daí, o mecanismo de defesa passa a funcionar. "A principal diferença entre medo e ansiedade é que o primeiro surge em situações de risco imediato, já a segunda não altera a racionalidade e está voltada para o que não aconteceu", explica o profissional.

Baixa autoestima e falta de amor próprio provocam ansiedade - Foto: Getty Images

O sentimento dispara um estado de alerta sensível, quase um radar daquilo que pode ou não afetar a vida. É por isso que uma pessoa ansiosa vive em sobressalto, esperando que algo aconteça. O sentimento é altamente influenciado pela maneira que pensamos. E é neste detalhe que mora o perigo de o transtorno ganhar uma dimensão poderosa para detonar a sua autoestima. "Os sentimentos negativos são como um ímã para a ansiedade e consequentemente para o sofrimento", diz Sampaio.

Identifique a raiz do problema
Os pensamentos negativos e catastróficos podem ser desencadeados por traumas e por insegurança, ambos relacionados também à baixa autoestima. "As pessoas não são ansiosas porque querem. É automático pensar em problemas quando já se passou por situações de medo", pondera o psicólogo. A preocupação exagerada com um futuro que ainda não aconteceu é uma clara demonstração de insegurança.

Baixa autoestima e falta de amor próprio provocam ansiedade - Foto: Getty Images

O excesso de pensamentos ruins inevitavelmente gera um ciclo vicioso que tende a esmagar a autoestima do indivíduo. "A ansiedade é um combustível que alimenta a baixa autoestima. Nem sempre ela é negativa, claro, mas uma pessoa que sofre por antecipação está claramente se sentindo em desvantagem diante de uma situação", exemplifica o profissional.

A falta de segurança pode prejudicar ainda a vida pessoal e profissional. Uma pessoa insegura diante de um chefe certamente não será valorizada no trabalho, com isso as frustrações aparecem e ela passa a acreditar que não é boa o suficiente para desempenhar algumas funções. O mesmo, diz o psicólogo, pode acontecer em um relacionamento, quando um dos parceiros trai e o outro descobre. Em casos assim, o trauma pode ser grande e reduzir a autoestima e o amor próprio a níveis baixíssimos.

Baixa autoestima e falta de amor próprio provocam ansiedade - Foto: Getty Images

Como combater o mal
O excesso de informação dos dias atuais levam a humanidade a comparar tudo e todos. "Se somos expostos a corpos esculturais, a vidas glamurosas, rapidamente comparamos com o que somos e o que temos. Em 99% das situações, os indivíduos sentem que estão abaixo, o que causa um sentimento natural de inferioridade", contextualiza.

De acordo com Sampaio, brecar as comparações é quase impossível, pois somos guiados por um impulso quase incontrolável. No entanto, ele recomenda que ponderar e reconhecer suas qualidades e talvez até a desigualdade da comparação é uma alternativa para não esmigalhar o amor próprio e manter a autoestima.

Outra dica do profissional é tentar manter a racionalidade e afastar os pensamentos catastróficos. "Acreditar em si é tão fundamental quanto manter um raciocínio lógico diante de qualquer situação da vida", diz. Em casos extremos de ansiedade, que podem se revelar em crises de falta de ar, taquicardia e outros inconvenientes, é necessário procurar ajuda médica ou fazer um tratamento terapeutico com psicólogos.

Ser confiante e racional diante das situações rotineiras garante também o bem-estar e, com isso, menos complexos e inseguranças. "Elevar a autoestima é básico para minimizar o comportamento ansioso", finaliza.

SAUDE - AUTOESTIMA

Saiba como recuperar e aumentar a autoestima de forma natural

Exercícios, acupuntura e fototerapia podem ajudar a reconquistar o bem-estar

Por Minha Vida


http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/13281-Abraco-gera-bemestar-conforto-e-ainda-combate-o-estresse.htm

Você já parou para pensar qual foi a última vez que você reservou um tempo para se cuidar e tirar um dia inteiro para chamar de seu? Este dia já existiu ou ainda é um sonho distante? Atropelados pelos afazeres do cotidiano, muitos acabam esquecendo do próprio bem-estar. Esquecemos que somos bonitos, que temos dons, amigos ótimos e mergulhamos em um mundo de pessimismo. E se não damos valor ao que é bom, o caminho para ficar deprimido é curto.

De acordo com o psiquiatra Maurício Lima, a depressão deve ser tratada. Há casos que só medicamentos têm o poder de tirar um paciente de um quadro clínico em estágio avançado, segundo o profissional. "Porém, quase na mesma proporção dos pró-remédios, existe uma grande parcela da população que busca ajuda em outras formas de recuperar o bem-estar emocional e, consequentemente, o amor próprio e a autoestima", pondera o psiquiatra.

Saiba como recuperar e aumentar a autoestima de forma natural - Foto: Getty Images

A auto-observação, um exercício mental bastante dificil no começo, pois exige que se preste atenção e veja o tempo todo a forma de pensar e sentir, como se estivéssemos fora do corpo, assistindo a nós mesmos em um programa de TV é uma delas. Assim, é possível notar o que fazemos inconscientemente para nos auto-sabotar e quais as razões que nos levam a isso, até então imperceptíveis.

Atitudes consideradas naturais, como praticar exercícios, seja ao livre ou numa academia, também são recomendadas. "As atividades físicas liberam endorfina, que faz bem para o cérebro e causa sensação de bem-estar", diz o profissional.

Praticar a meditação, outra ótima aliada do bem-estar, ajuda a promover mudanças na maneira de pensar pois diminui a ansiedade. Aos que ficam tristes em dias sem sol, há a fototerapia como alternativa. O paciente é colocado com os olhos perto de uma lâmpada fluorescente de pelo menos 2,5 mil lux (unidade de medida de luz), em sessões de 30 minutos. Nesse caso, é importante que o aparelho não emita raios ultravioleta.

Se submeter a técnicas como acupuntura também é válido. Os efeitos de alívio surgem entre 5 e 15 aplicações, diz o especialista, que também recomenda a técnica aos pacientes. Segundo o psiquiatra, existem vários métodos para recuperar o amor próprio. "O desespero em ficar bem logo, de uma hora para outra, não ajuda. A busca quase obsessiva por medicamentos ansiolíticos e antidepressivos também não. Eles são prescritos e ajudam a tratar doenças graves, como depressão e crises de ansiedade, mas não são uma fórmula mágica para a vida inteira", afirma o médico. Entender seu próprio comportamento e não se mutilar com julgamentos ou avaliações severas são passos importantes para manter o equilíbrio e jamais precisar recorrer às fórmulas químicas ou qualquer outro método.

SAÚDE - É SAUDÁVEL ABRAÇAR

Abraço gera bem-estar, conforto e ainda combate o estresse

O gesto é a maneira mais universal de manifestar apoio e carinho

Por Ana Paula de Araujo

http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/13281-Abraco-gera-bemestar-conforto-e-ainda-combate-o-estresse.htm



Está para ser criado gesto tão significativo quanto o abraço. Ao mesmo tempo em que conforta e protege, ele proporciona uma sensação prazerosa a quem envolve e é envolvido. O ato ativa as regiões temporais e frontais do cérebro, que são ligadas ao prazer.

Segundo a neurologista Sonia Brucki, vice-coordenadora do departamento de neurologia cognitiva e do envelhecimento da Associação Brasileira de Neurologia, o abraço faz com que o cérebro libere dopamina e serotonina, hormônios do prazer. "Você estabelece uma empatia com a pessoa, percebe o sentimento dele. Isso dá uma sensação prazerosa", explica.

O abraço também é uma ótima alternativa para sanar o grande mal moderno: o estresse. Estudo realizado pela Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, indica que abraçar diminui os níveis de cortisol e a norepinefrina, hormônios relacionados ao estresse, além de diminuir a pressão sanguínea, o que previne doenças cardíacas. O aumento da taxa de uma substância chamada oxitocina também é notável. Quanto mais oxitocina o cérebro libera, mais a pessoa quer ser tocada e menos estressada ela fica: ou seja, quanto mais abraçada ela é, mais ela deseja ser abraçada.

Mãe e filha se abraçando - Getty Images

Portanto, embora não combata diretamente as causas do estresse - sejam elas vindas de problemas familiares, do trabalho, entre outras -, o abraço acolhe a pessoa de tal forma que pode melhorar, e muito, a disposição e a maneira de encarar os problemas.

Outro mal da mente a ser tratado com ajuda do abraço é a depressão que, hoje, é a maior causa da diminuição da expectativa de vida do brasileiro, segundo recente estudo publicado pelo periódico Lancet. De acordo com a psicóloga Glauce Assunção, do Hospital São Camilo, o depressivo tende a não ver saídas e, com o abraço, ele pode se sentir acolhido, por causa da boa sensação proporcionada pelo toque. "Mesmo não sendo a cura, esse apoio e amparo são necessários para que o depressivo se sinta seguro. É um reforço ao tratamento", afirma.

Abrace sua família

Glauce afirma, no entanto, que as pessoas se abraçam pouco hoje em dia. O distanciamento não está presente apenas em meios externos, como o escolar ou corporativo, mas também dentro dos lares. Segundo a psicóloga, a raridade do abraço no âmbito familiar causa até estranhamento na criança que, sem o hábito de abraçar, acaba recebendo esse conforto de outra pessoa. O ideal é que as pessoas consigam, em casa, pelo menos um abraço todos os dias. Isso reduz significativamente os atritos na família, como uma bandeira branca.

Ela também lembra que o abraço faz com que a criança se sinta protegida e acolhida, sensação mais do que necessária na infância. "O abraço ficou cada vez mais distante. Hoje em dia, as crianças sentem falta disso. O pequeno chega em casa, já vai ao computador, enquanto a mãe vai à cozinha fazer a janta. A criança fica desprotegida", diz Glauce. Abraçar o pequeno o fará uma pessoa mais segura - imagem que ele transmitirá fora de casa.

O gesto também é imprescindível entre o casal. Quando o assunto é envolvimento sentimental, a psicóloga afirma que abraçar é um ato mais forte que beijar. "Ele reforça os relacionamentos, reduz as diferenças. O abraço acalma e é mais significativo que um beijo na boca ou no rosto."

Melhore o dia de alguém

Para melhorar o dia de uma pessoa, não é necessário muito esforço, apenas um abraço. Faça o teste: experimente abraçar alguém que você tenha algum carinho e perceba como o sorriso dessa pessoa muda. Ela se sentirá importante, protegida e com mais disposição. "Quem abraça é capaz de sentir o outro, combate suas tristezas, incertezas. Você sustenta as lágrimas da pessoa, lhe dá sensação de conforto", reforça Glauce. No entanto, nem pense em sair abraçando qualquer um. Abraçar por abraçar, sem intimidade real, pode causar efeitos contrários. "Se for forçado, você não se sentirá bem porque, quando você abraça, você recebe de volta, esse toque é mútuo. Não adianta dar algo falso", argumenta a psicóloga.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

MEGA HAIR POLÊMICO

Revista Afro - O Universo Negro Online

"A sociedade Britânica de Tricologia anunciou no inicio de junho que quer banir o alongamento
capilar que usa cola .....

Leia mais na Revista Afro

COMO TER UM BLACK MODERNO

Revista Afro - O Universo Negro Online

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sábado, 2 de julho de 2011

DICAS - UNHAS

Doenças e cuidados com as unhas: veja 20 dicas a respeito

http://saude.terra.com.br/noticias/0,,OI5214762-EI16560,00-Doencas+e+cuidados+com+as+unhas+veja+dicas+a+respeito.html#tphotos

As unhas são lâminas de queratina que recobrem a última falange dos dedos, protegendo-os de atritos externos  Foto: Getty Images

As unhas são lâminas de queratina que recobrem a última falange dos dedos, protegendo-os de atritos externos
Foto: Getty Images